segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Conto #6 - Não Se Mova

  Oi pessoal! Tudo bem? Essa semana foi estressante! Com a volta às aulas e a permanência de diversos outros problemas, eu tenho que dizer que ler e escrever tem sido a minha rota de fuga; quer dizer, mais ler do que escrever, porque o meu bloqueio criativo não foi embora 100%, mas eu estou me recuperando aos poucos, e minhas ideias para A Luz de Cada Mundo II, bem como para outros projetos, não param de brotar.
  Vamos então ao assunto do post de hoje, uma das histórias mais distintas da antologia, e uma das poucas em que eu narrei de uma forma diferente. Com vocês, Não Se Mova.



Eu acho que a perspectiva feminina foi algo que eu tive dificuldade de colocar na minha antologia, porque por mais que eu conheça muitas mulheres e tenha muitas amigas, mas se tem uma coisa que eu aprendi é que se você não tem domínio sobre o personagem narrador você nunca poderá criar nada a partir dele. Apesar disso, fazer Não Se Mova foi algo relativamente fácil.
Foi um processo muito natural, pois não havia nada planejado, eu apenas sentei e escrevi, E é por isso que a sensação que eu tenho é de que esse conto foi mais uma terapia. Eu estava bem tenso com essa coisa de crescer e amadurecer na minha mente e colocar um pouco disso pra fora me fez bem, e eu pensei que o resultado pudesse ajudar a outros que também estão nessa fase, o que no fim acabou sendo um dos fortes motivos que me motivaram a incluir esse conto no livro, porque, em geral, ele é o que mais se afasta do tema do livro (morte) junto com Orgulho e Paciência, pois ambos agem mais fielmente a segunda parte do processo criativo, que explorou mais a morte emocional de uma pessoa.
É o conto mais leve e eu digo que normalmente é preciso mais de uma leitura pra conseguir entendê-lo de fato, mas uma vez que se capta a verdadeira mensagem dele é como se ele crescesse dentro de você. Isso, é claro, se você estiver com seus 16, 17 anos. Caso contrário, será um pouco difícil de se identificar com ele, porque eu confesso que essa história é para os jovens, e não para os adultos. Sou eu querendo mostrar para todos os jovens o quão é normal se preocupar em crescer.

Galera, espero que tenham gostado, e semana que vem a gente se encontra aqui no blog, com mais um episódio de Por Trás de A Verdadeira Morte! Estou postando todas as segundas-feiras às 7:00 e espero poder continuar assim. Na próxima, estaremos falando de um conto já conhecido pelo público... Imperfeição!

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